8 Dicas de Alimentação Para o Dissidente: Formas de Não Aderir à Alimentação Globalizada e Debilitante

8 Dicas de Alimentação Para o Dissidente: Formas de Não Aderir à Alimentação Globalizada e Debilitante

Artigo de Débora Güntzel- Para O Sentinela e para Resistência Sulista

Podemos com toda certeza afirmar: a indústria alimentícia está plenamente aliada aos propósitos do sistema. Objetivam seres humanos fracos, dependentes, posteriormente doentes que perderão sua capacidade de luta e darão lucro à indústria farmacêutica com doenças causadas pela má alimentação, além de todo o stress da vida moderna.

Dormimos pouco, comemos mal, respiramos um ar poluído, trabalhamos em empregos pouco satisfatórios e estressantes e geralmente estamos à milhas de distância de tornar nosso estilo de vida condizente ao que nossa própria natureza e genética foram criadas.

O corpo humano necessita da atividade física diária, absorve perfeitamente os nutrientes dos alimentos naturais e através deles mantêm uma saúde física impecável que será refletida na saúde mental e por consequência na saúde espiritual.

A natureza pôde prover tudo aquilo que necessitamos para uma sobrevivência saudável. Não precisamos da indústria que através do mito da incapacidade do solo em prover alimentos para todos, lucra inescrupulosamente fazendo especulação neste solo que nos alimenta, promovendo o plantio de transgênicos, realizando monocultura e inutilizando áreas imensas de terreno fértil para o plantio, além de envenenar nossos recursos naturais com agrotóxicos e pesticidas. Destroem a vida do produtor rural e geram doenças a todos os consumidores.

Além disso, exploram as necessidades naturais dos seres humanos, revertendo-as em vícios. Um exemplo disso, é que é sabido que o corpo humano precisa de carboidratos e gordura para liberação de energia. Por isso a palatabilidade para os doces e gordura é naturalmente elevada em nós desde a infância, já que são alimentos altamente energéticos, é uma questão de sobrevivência. A indústria se aproveita de tal necessidade, colocando quantidades exacerbadas de açúcar e gordura em seus alimentos, fazendo com que o paladar se acostume a alimentos desequilibrados nutricionalmente e, portanto, gere menos interesse em alimentos naturais, que não possuem tais características. Perdendo o interesse pelos alimentos naturais, os indivíduos tendem a comprar e depender cada vez mais dos industrializados.

Devido ao desequilíbrio nutricional destes alimentos, ocorre um consumo aumentado, já que promovem a fome mais rapidamente. Por estimularem o paladar, se tornam viciantes. Geralmente contêm alta quantidade de ingredientes sintéticos que não se adéquam ao organismo e na maioria das vezes são pobres em nutrientes.

Ao contrário disso, os alimentos naturais são absorvidos de forma mais lenta, promovendo uma melhor distribuição energética ao longo do dia, fazendo com que necessitemos de uma menor quantidade de alimentos. Também são ricos em nutrientes que promovem o equilíbrio do nosso organismo ou homeostase.

O consumo diário de alimentos industrializados, além de gerar dependência pelo hábito, gera obesidade, deficiências nutricionais e alterações hormonais que estarão completamente ligadas à depressão, transtorno de ansiedade, fraqueza, desânimo e por consequência falta de vontade para lutar, além dos óbvios problemas de saúde como inflamações do sistema gastrointestinal, problemas cardíacos e metabólicos como, por exemplo, gastrite, esofagite, esteatose hepática, diabetes, hipertesão, dislipidemias, entre outros.

Quanto maior a porcentagem de gordura abdominal nos homens, maior a quantidade de hormônios femininos circulantes. A redução da testosterona se faz evidente nas dietas pobres em colesterol e proteínas. Um homem com níveis baixos de testosterona é um homem fraco, deprimido e sem vontade de luta. Promovem dietas veganas e vegetarianas justamente com este intuito. O colesterol foi demonizado pela indústria da doença, pois é um precursor da testosterona – justamente aquele colesterol trazido pelas gorduras saturadas provenientes da gema do ovo e das gorduras das carnes! Mas o aumento do LDL causado pelas gorduras sintéticas dos alimentos industrializados é pouco citado. Isto demonstra que a tal organização mundial da saúde não promove a saúde mundial, mas sim interesses financeiros ao lucrar com a doença e interesses de domínio social, ao se aproveitar da incapacidade causada por uma má alimentação.

Se estivessem preocupados com saúde não permitiriam a venda de venenos em garrafas plásticas e latas, além de medicamentos que mais causam dano e dependência do que cura.

Portanto hoje, quem representa resistência ao caminho degradante que o mundo moderno quer nos impor, precisa retornar a alimentação de seus ancestrais.

Um combatente não deve se alimentar de fast-foods, alimentos de prateleiras e alimentos que mais se assemelham a rações para animais de granja que não promovem a saúde necessária para a inteligência e para a força física.

A dieta adequada para aqueles que não querem contribuir com um sistema alimentar que promove a doença para vender o tratamento e ainda, promove a burrice, a fraqueza, a afeminação do homem e reduzem a vontade de luta é uma dieta ancestral, rica em carnes, frutas, legumes, verduras, grãos e oleaginosas.

É certo dizer também que o organismo de um povo absorve melhor os alimentos de suas próprias raízes sanguíneas. Isto é, quais alimentos seus ancestrais costumavam consumir? Sua genética se adaptará melhor a eles. Para europeus mediterrâneos, uma dieta mediterrânea, para nórdicos, uma dieta nórdica. Para africanos, uma dieta africana. Para asiáticos e indígenas as dietas correspondentes. Uma alimentação padronizada não condiz com o que cada organismo, de cada povo, deverá consumir.

Mas o globalismo padronizante que mata a individualidade e nos transforma em números não está preocupado com isso. Impuseram a dieta americana, anti-natural, sem nutrientes, onde tudo sai de uma caixa, ou de uma embalagem plástica. Nada vem das árvores, nada vem da terra, nada vem da cadeia alimentar natural de consumo. Tudo visa o enriquecimento das indústrias diante de governos que não protegem a saúde de sua população.

Outro fator importante trazido pelas dietas ancestrais é o do consumo protéico adequado que é essencial para a formação de massa magra, ou seja, massa muscular que promove a força física.

Uma dieta rica em industrializados geralmente é pobre em proteínas e rica em carboidratos. O resultado deste desequilíbrio é nada menos que a obesidade, a deformidade dos corpos e a perda definitiva da saúde em longo prazo.
Não queremos ser como a maioria das pessoas, doentes, dependentes de milhares de medicamentos, inúteis que mal sabem se alimentar com o que a natureza provê. É essencial saber cozinhar, manter uma disciplina alimentar e de atividade física.

Como viver isto na prática?

1.  Compor seu café da manhã com frutas, oleaginosas, leite, manteiga, iogurte e ovos. Pães de fermentação natural, caseiros, estão em nossas dietas ancestrais há milhares de anos. Por mais que hoje nossas farinhas sejam modificadas pela indústria ainda seria menos pior do que consumir pães altamente industrializados e ricos em ingredientes sintéticos e conservantes.

2. Compor seu almoço e jantar com alimentos naturais: tubérculos, legumes em geral, verduras, grãos e leguminosas, carne, frango, peixe ou ovos.

3. Apesar de a indústria promover uma verdadeira carnificina e promover o sofrimento animal de forma alarmante, diferentemente do consumo ancestral que se limitava a um abate de animais muito mais consciente e a uma utilização de leite e ovos muito mais justa, a carne, os ovos, o leite e seus derivados são necessários para a manutenção da saúde e principalmente para a produção de massa magra e testosterona, assim como para a manutenção dos níveis de vitamina b12 e ferro. Consuma-os de forma consciente e se possível, adquira diretamente dos produtores rurais.

4. Não comer mais do que o necessário. Respeitar os próprios sinais de fome e saciedade. Nosso organismo é perfeito para sinalizar as quantidades adequadas de alimentos.

5. Não entrar em estilos de vida mirabolantes que promovem um consumo excessivo de alimentos, suplementos e demais drogas. Estes estilos de vida, ao contrário do que aparentam, não são saudáveis e reduzem o indivíduo a uma escravização por um objetivo meramente estético, não é disso que precisamos.

6. Se o seu trabalho não promove uma atividade física diária, busque fazer uma atividade física que promova um ganho de massa muscular suficiente para sua saúde e força e um condicionamento físico adequado, para que você não tenha um ataque cardíaco por subir uma simples escada.

7. Evite veementemente o consumo de medicamentos. Com uma alimentação saudável, atividade física adequada e alimentos para o nosso intelecto e espiritualidade teremos imunidade o suficiente para não contrair doenças. A natureza também nos deu medicamentos naturais suficientes para os casos onde houver necessidade, além de tudo, toda cura nasce na mente.

8. Para as mulheres é altamente recomendável a exclusão total do uso de pílulas anticoncepcionais que destroem a saúde e a beleza da mulher, promovendo tromboses, desequilíbrios hormonais, aumento ou redução drástica de peso, dores de cabeça, taquicardias e melasmas.

A mulher também necessita de uma alimentação perfeita para se tornar apta à gestação. Uma mulher desequilibrada nutricionalmente não gerará filhos saudáveis e nem terá uma gravidez saudável. É preciso que a mulher tenha uma saúde equilibrada e primeiro saiba se alimentar para que assim possa cuidar da alimentação de sua família. Esta atribuição é feminina desde os primórdios da humanidade. Uma mulher que não sabe cozinhar e escolher alimentos corretos está muito afastada de seus instintos.

Filhos hiperativos ou desanimados, com dificuldade de aprendizado e desenvolvimento também são frutos de uma alimentação que desde a amamentação é acometida pela barbárie da introdução dos alimentos industrializados. Uma criança que mal nasceu já é envenenada desde o ventre com produtos ricos em conservantes. Assim que nasce tem seu paladar viciado em açúcar e seu organismo contaminado pelos lixos nutricionais que a indústria promove para as nossas crianças. Isso sem contar a exclusão precipitada da amamentação. Uma alimentação infantil inadequada promoverá obesidade, baixa autoestima, péssima imunidade e baixo desenvolvimento geral.

Em conclusão, a regra básica é que se um alimento vier da natureza, ele é bom para nós. Se vier da indústria, deveremos pensar mil vezes antes de seu consumo. Além do mais, os produtos industrializados que aparentam ser saudáveis por conterem suplementação de vitaminas, proteínas e outros nutrientes geralmente não apresentam boa biodisponibilidade, isto é, não são plenamente aproveitados pelo organismo como seriam os nutrientes provenientes de alimentos naturais. Diet e light são altamente processados, também são totalmente inadequados para o consumo.

Necessitamos de uma alimentação natural que além de não destruir a nossa saúde, não destrói o meio ambiente e não reduz nossos recursos naturais. Retornando a este equilíbrio não só teremos mais ânimo para a luta como também estenderemos a capacidade de nossos recursos para nossa descendência.

Redação

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Administrador da verdadeira dissidência política da América Austral.

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